Dica pra Subnick no msn:

Oi, estou bem! Quem sumiu foi você. Não tenho novidades, não ando fazendo ou aprontando nada de bom, e também não sei o que rola FDS! ;)
 
maHFigueiredo (:



“Tenho 23 anos, e as vezes, me sinto como se tivesse 15, tenho que sonhar sozinha, e planejar minha vida só no mundo da fantasia, pois acabo carregando um fardo por um passado que não me pertenceu ;/”

— Isso dói! 



Não seja mais um filho da puta por aí! Ser filho da puta é comum, e coisas/pessoas comuns, costumam causar em pessoas com conteúdo, apenas um sentimento: TÉDIO!

mahfigueiredo (:



Se eu bebiiiiiii, não foi por causa de você, posso jurar! Se eu chorei me deu vontade de chorar, não vá pensando que ainda sofro por você…Se alguém faloooooou que andei mostrando seu retrato, isso é conversa! A sua vida, quer saber, não me interessa, eu te asseguro eu nem me lembro de você (: Segue a suaaa estraaaaaaaaaaadaaaaaaaaaaa, que eu já te esqueciiii (8) -mentira ;)-



Gente, é serio. Rebloguem qualquer coisa, mas por caridade, não rebloguem aranhas ):



Home (;

HOME - Pra quem não acredita que nós estamos destruindo o planeta, e pra quem acredita que podemos mudá-lo! JUNTOS! Você aí que vive de de futilidade, que acha que o mundo vai acabar porque você está com dor de cotovelo… SE LIGA!

Você tal como eu, é um Homo Sapiens. Um “Humano Inteligente”. A vida, um milagre no universo, apareceu a cerca de 4 biliões de anos, e nós “Humanos”, há apenas 200 mil anos. No entanto, conseguimos quebrar o equilíbrio que é tão essencial à vida. Ouça cuidadosamente essa história extraodrinária, que é a sua, e decida o que fazer com ela.

Estes são vestígios das nossas origens. No início, o nosso planeta não era mais do que um caos de fogo.Uma nuvem de partículas de poeira aglutinadas, semelhante a tantas aglomerações do Universo. Mas foi aqui que se deu o milagre da vida. Atualmente, a nossa vida, é apenas um elo numa cadeia de inumeráveis seres vivos que se sucederam na Terra, ao longo de quase 4 bilhões de anos. E mesmo hoje, Novos vulcões continuam a esculpir as nossas paisagens.Oferecem um vislumbre do aspecto da Terra durante o seu nascimento. Rocha derretira a surgir das profundezas, solidificando-se, rachando, borbulhando, ou espalhando numa fina crosta, antes de ficar adormecida por algum tempo. Espirais de fumo rodopiam das entranhas da terra e testemunham a sua atmosfera original. Uma atmosfera desprovida de oxigênio. Uma atmosfera densa, carregada de vapor de água, cheia de dióxido de carbono, Uma fornalha. A terra arrefeceu. O vapor de água condensou e caiu terrencialmente sobre a Terra. A distância certa do sol, nem muito longe, nem muito perto, conseguiu conservar na Terra água na forma líquida. A água cava canais.Tal como veias do corpo,ou ramos de árvores, canais de seiva, foi isso que a água deu à Terra. Os rios arrastaram os minerais das rochas, levando-os para o oceano de água doce. E os oceanos tornaram-se salgados. De onde viemos? Onde foi que a vida surgiu pela primeira vez? Um milagre do tempo. 

(Source: youtube.com)



Vai ser preciso muitoo maaaaaissss que TUDO ISSOOO pra acabar com o que eu sinto por você, pra acabar com o que você sente por mim, vai por mim… é só uma questão de TEMPO!



Quando o cara quer, não tem distância, problemas, família, trabalho, tempo, futebol, estudo, mãe, unha encravada, barba por fazer, celular sem bateria, chuva, temporal, falta de dinheiro que o impeça de estar com você. É simples. É a realidade.

Tati Bernardi

(Source: quesejadoce-sempre)




Para com isso! Deixa dessa pena de si mesmo! Guarda essas memórias empoeiradas no baú e vive sua vida da melhor maneira que você possa.  

Para com isso! Deixa dessa pena de si mesmo! Guarda essas memórias empoeiradas no baú e vive sua vida da melhor maneira que você possa.  

(Source: cartasparajulietta)



Olho pra trás e dou crise de riso de tanta coisa fútil que um dua eu chamei de PROBLEMA, como assim cara? Como assim coisas e pessoas tão idiotas, vazias, insignificantes conseguiram tirar o meu sossego? Me arrancar uma lágrima, ou até mesmo me fazer sentir aquele aperto do peito! Bem, ao menos de lição serviu né? Sensação mais linda do mundo encarar de frente e dizer NÃO ME ATINGE MAIS ;) FOI-SE O TEMPO, E FOI-SE O TEMPO FAZ TEEEEEEMPO!



Não vou negar
Sofri demais quando você me deu o fora
Mas o tempo passa
O mundo gira, o mundo é uma bola
Pintei o meu cabelo, me valorizei
Entrei na academia, eu malhei, malhei
Dei a volta por cima e hoje te mostrei meu novo namorado
Pensou que eu ia chorar por você,
Que eu ia morrer de amor,
Que eu ia pedir pra voltar,



doce-inverno:

Aqui estou eu, de novo, ignorando todas as antigas promessas de nunca mais te escrever e tentando arrumar toda essa bagunça que você fez entre nós. Escrever a ti talvez seja um pouco difícil, uma vez que tu nunca tenhas feito diretamente algo a mim. Sei que estas palavras nunca chegarão á ti, sou convicta disso. Eu tenho uma gaveta com incontáveis cartas endereçadas a você, meu anjo, todas escritas desde que te conheci. Após escrever cada uma delas, pensava que não te agradaria tais palavras, então, ás deixava na gaveta. Lembro-me de uma, que passei a madrugada inteira escrevendo, começava assim, “amor, sinto-te em mim, sinto-te a cada passo meu, e a cada lugar que ando, deves não ter conhecimento deste meu sentimento por ti, e se tiver, me perdoe por não demonstrar isto á ti, sinto-me culpada por cada palavra dita, e por cada palavra não-dita também, e me perdoe, amor, não foi minha intenção te amar assim.” Me sentia mal a cada carta terminada, essa é a consequência da covardia, eu era covarde por não ter entregue essas malditas cartas a você. Escrever á ti, virou um certo hábito, escrevo-te toda noite, apesar de que tu nunca irar ler todas estas cartas. Você sabe, falar nunca foi o meu forte, na maioria das vezes, meu silêncio que te diz. Ontem a noite perguntei-me o porquê de escrever-te tais cartas se nunca chegariam á ti, a resposta é que, eu necessito escrever-te, mesmo que nunca leia-as, me sinto melhor, por um momento parece que tira um fardo de mim. Me pergunto, por que o medo nos tranca pra si mesmo? Não nos deixa expressar o que realmente sentimos, o que realmente queremos, o que realmente sonhamos. E eu sou realmente uma idiota por escrever cada palavra aqui. Você sabe, eu sou um meio covarde, um meio insana, por não ter coragem de te enviar cada uma destas cartas. Só agora entendi o porquê disso tudo, eu te escrevo, porque não tenho coragem de te dizer tudo isso, olhando nos teus olhos, porque, sendo assim, todas as vezes que olho em teus olhos, todo o meu vocabulário decorado, some. Desaparece. Eu luto diariamente para não pensar em você, não pensar em nós. Eu, mesmo negando pra mim mesma todos os dias que acordo, te amo, te amo com todas as minhas forças, até com as forças que não possuo, te amo, sem explicações […] Aqui está frio, e cadê você pra me esquentar? Gostaria de ter forças o suficiente pra continuar, sem ti. Eu sei que todas as vezes que te mando ir embora, corro atrás de você te dizendo que eu não quis dizer aquilo, e então te peço para você não ir de verdade. Confesso que todas as noites antes de dormir, tento não pensar em ti, em nós. Eu tô morrendo aos poucos, tô morrendo porque não suporto. Você sabe, odeio metades. Odeio ser meio sua, e odeio que seja meio meu. Você sabe, comigo é oito ou oitenta. Odeio esse nosso silêncio. Se quiser ficar, que fique, comigo. Mas se quiser que seja assim, que vá, que vá embora, e que não volte, por favor. Sei que não é fácil crer em minhas palavras, já que sabes que sou um tanto quanto confusa, e impulsiva. Mas acredite em mim, quando te digo estas palavras, por favor, peço-te que me perdoe, que me perdoe por falar tantas besteiras, e por ter te magoado algum dia desses. Acho que deixei bastante claro que sou forte, que nunca precisei de você, que nunca precisei de ninguém. Acho que todos sabem que eu sou independente e que não perco noites em claro chorando. Você sabe o quanto eu sou fria, e o quanto eu destruo os corações alheios. Não se deixe enganar pelas minhas próprias palavras, pelas minhas próprias mentiras. Mesmo eu sendo muito orgulhosa para admitir, eu preciso sim de você. E isso me dói tanto, que eu até sou capaz de rabiscar esta frase. Sei que não me entende, amor, sou complicada demais pra ti. Lembra, eu sou complicada, você também, somos difíceis de entender. Eu, me sinto uma estúpida por ter acabado com nós, eu estraguei tudo. Como sempre. Não sei, mas acho que quando te olho, algo em mim muda, eu mudo. E é exatamente isso, você tem controle total sobre mim, só de me olhar. Eu sei que você não se importa, eu sei que você não quer ficar escutando os meus lamentos bobos, mas eu não ligo. Não ligo se rir da minha cara, se algum dia ler estas minhas crises existenciais. Eu não ligo se algum dia você me ligar, dizendo que não quer mais falar comigo, que não quer mais me ver, não ligo. Eu vou continuar aqui, te escrevendo, te procurando, e te perdendo, toda as vezes. Todos os dias eu luto pra não lembrar de ti, mas é quase impossível amor, você está presente em todos os lugares, eu te sinto, em qualquer parte, sinto teu cheiro, vejo teu sorriso, e escuto a música que me lembra você, isso é terrível, porque eu não consigo apagar tuas sms do meu celular, e muito menos apagar teu número, apesar de sabê-lo de cor e salteado. Queria ser forte o suficiente pra te deixar ir embora, sem mais nem menos. Me entenda, eu não quero que você vá embora, mas se for, que vá. Você nunca me pertenceu, por completo. Mas, se você quiser tentar ser completamente meu, eu aceito de braços abertos, você sabe que eu sempre vou te aceitar de braços abertos. Eu vou te esperar todos os dias, naquele mesmo lugar, que nós costumávamos ir, aquele parque, lá perto de tua casa, lembra? Eu vou lá, todos os dias, com a esperança de que um desses dias você esteja lá, me esperando, dizendo que voltou pra mim. Mas, quando eu tiver certeza que não virás mesmo, eu não volto mais lá, não mesmo. Por que, amor? Por que tivemos de ser assim? Diferente de ti, eu não desisto fácil, eu vou até o fim, eu não fujo assustada, eu luto. Dói em mim, tanto quanto em você, mas eu não acredito que a solução seja ficarmos distantes. Não sei você, mas a minha cama ainda tem o seu cheiro. Eu sinto seu cheiro no travesseiro vazio ao lado do meu, na verdade, sinto você em todos os lugares. Não, eu não quero ninguém além de ti. Então, fico aqui, escrevendo-te cartas que nunca chegarão á ti. Que você nunca vai ler. Escrevo-te, porque não há outra solução além dessa, escrever-te me faz bem. Me traz um pouco de você, em cada palavra. Sei que eu deveria estar inflando o teu ego pelo dia de hoje, sei que eu deveria dizer que você é incrível, que você é a melhor pessoa que eu conheci e nunca vou deixar de te amar. Mas tu sabes, eu nunca fui de te elogiar, e nunca fui de elogiar ninguém, sabe que odeio elogios, e que adoro uma crítica construtiva. Peço que me entenda, e que entenda, que isso não é uma despedida, ou, um jeito de dizer-te que não quero mais falar com você. É só uma maneira de tentar explicar o que estou sentindo, em relação á ti. Amor, sei que odeia quando te chamo assim, tanto quanto eu, por um momento parece até que não sou eu falando. Anjo, lembra que eu era a tua garota? Mas eu não sou, não mais. Talvez por nossa culpa, eu não sou mais a tua garota, e eu sinto muito por isso. Mas eu finalmente percebi que não adianta lutar contra você, não importa quanto eu tente, você sempre arranja uma forma de entrar aqui dentro de mim outra vez. Toda vez que eu tento, toda vez que repito pra mim mesma “eu vou esquecê-lo”, me vem teu rosto delicado em minha mente, e eu simplesmente esqueço o que estava falando. Me perdoe por ser tão fraca quando se refere a ti. Me perdoe por não conseguir negar o meu amor a ti. Me perdoe por todas as vezes que te mandei ir embora, desejando profundamente que ficasse comigo. Vai embora, por favor, vai anjo, eu não te quero mais aqui, vai e não volta, deixa eu continuar sem ti, deixa eu tentar viver sem você, deixa eu dar pelo menos uns passos sem você. Todas as vezes que te olho, tento desviar-te e ao mesmo tempo, tenho vontade de berrar-gritar á você tudo que está entalado aqui dentro de mim, mas, todas as vezes que te dizia o que sentia, arrependia-me por ter abrido minha boca, já que, tu nunca quis ouvir algo de mim. Vou te confessar algo: Eu me perdi em você. E te perdi, ao mesmo tempo. Nos perdemos. Acho que todo o nosso problema, foi, que nós éramos dois perdidos, sem pé nem cabimento, e tentávamos encontrar um no outro, e, talvez foi por isso, nos encontramos tanto que nos perdemos. Perdemos porque não sabíamos o que tínhamos. Nunca pensei que a tua ausência fosse me ferir mais do que a tua presença. Eu passei tanto tempo escondendo isso de mim, escondendo-me de ti, eu passei tanto tempo tentando entender o motivo de tudo isso está acontecendo, e só agora eu vim entender. E depois disso tudo, apesar de tudo, você continua vivo dentro de mim, eu ainda não consigo acreditar que não nos falamos mais, que não nos vemos mais, que não nos conhecemos mais. Eu ainda não acredito, não acredito e não me conformo. Onde foram parar todas aquelas nossas promessas, sonhos, desejos? Onde foram parar todas aqueles “eu te amo” ditos um para o outro? Onde foi parar aquela ideia de que dizíamos que nunca iríamos nos separar? Nós conseguimos nos separar, amor. Eu prometi pra mim mesma que nunca mais te escreveria, e cá estou eu, prometendo o que prometi nunca mais fazer: te escrevendo. Sei que não é fácil crer em minhas palavras, justo eu, uma pessoa tão impulsiva e insana. Mas acredite em mim quando te digo estas palavras. Meu sentimento por ti é verdadeiro, tenho certeza que é. Olha, sabes que sou orgulhosa ao extremo. Meu orgulho consegue me dominar, assim como o seu. Acho que por isso, por sermos tão iguais, que não demos certos. Temos os mesmos defeitos, amor. Se eu fugir não me deixe ir, por favor. Segure a minha mão e diga que me ama, diga que me odeia, eu não ligo, mas não me deixe ir embora, eu não quero te perder, por mais que eu repita pra mim mesma que quero te esquecer, que não quero te ver mais. Me deixe protegida em teus braços, sussurre baixinho em meu ouvido “pequena”, deixe minhas lágrimas caírem sobre tua camisa, mas me segure forte, tu sabes, eu sou fraca, mas eu quero tá contigo. Quero muito. Mas eu não quero que volte, e ao mesmo tempo, quero. Não quero que me faça sofrer, não de novo. Quero que volte, volte pra ficar, mas se não quiser ficar, tudo bem, que vá, mas que não volte, nunca mais, vai doer, mas eu vou superar, sempre supero, sempre fico bem. Faltam cinco para a meia noite. Antigamente nesse horário, você estava aqui, nesse sofá, ao meu lado, nos meus braços, rindo das minhas piadas e comendo pipoca. Mas você não está aqui, não agora. Não vejo o motivo no qual partistes, sei que sou complicada, e tu desistiu tão fácil assim de mim. Eu não quero me lembrar que você se foi, não quero, não posso, não estou pronta.  […] A cada noite que passa minha dor piora, e eu não suporto mais, desculpa amor, digo e repito: sou fraca. Fraca por não suportar tua ausência. Ah, amor, eu sinto tanta falta, falta de nós. Isso é tão patético que não estou vendo o motivo de escrever isto. Mas eu sei que preciso de você, e peço todos os dias para cruzar contigo na rua. Mas, na verdade, eu não quero cruzar contigo na rua. Nessa agonia masoquista, eu sei que se cruzar contigo na rua só vai piorar as coisas, te ver, vai aumentar meus problemas, vai aumentar minhas preocupações, vai piorar nossa situação. Se é que ainda pode ficar pior. Eu não vou conseguir evitar as lembranças em minha mente, mas vou tentar, de todas as maneiras, e porra, eu quero te esquecer, q-u-e-r-o te esquecer. Vou repetir pra mim mesma todos os dias, “vou esquecê-lo”. Eu não consigo esquecer o “eu e você”, o “você e eu”, o nós. Você se lembra? Daqueles dias felizes que tínhamos a ingenuidade de acharmos que seria pra sempre. Lembra das nossas mãos dadas na varanda de casa, de nós contando as estrelas, de nossos abraços, lembra de nossos passeios pela cidade. Por um momento, foi perfeito, não foi? Eu confesso que achei que seria para sempre, achei seria o seu rosto que eu veria por todas as manhãs da minha vida. Achei que seria a sua mão que a minha procuraria em tardes geladas, ou quentes, ou ensolaradas, ou chuvosas. Eu achava, que era você. E é. Mas amor, cansei de lutar por nós. Quanta bobagem. O meu final feliz se transformou em um eu sozinha, em um eu sem você. E quanto a você? Eu nem sei por onde andas, nem com quem andas, e nem o que fazes. Não me importo, não mais. Sei que não terás mais o brilho no rosto e nem mais o sorriso extravagante, sei que não. Sei que vai sentir minha falta, e falta de como eu te cuidava. Sinto a sua falta todos os dias, todas as noites, todos os minutos, horas e segundos. Mas eu não vou voltar pra trás, não vou regressar. Mas, se quiser vir, que venha, venha pra tua pequena, não precisa ser pra sempre, só volta. Mata essas minhas saudades antes que ela acabe me matando. E, antes que você esqueça: Não deixe a minha frieza derreter o teu calor, não deixe ninguém, nem mesmo eu, tirar esse sorriso dos teus lábios, não pare de abraçar todo mundo e fazer piada de tudo. Porque eu te peço que não mude por mim, eu te amo assim, desse teu jeito, todo errado. E por favor, por favor mesmo, não, amor, não volte, mudei de ideia, não volte, vá, vá, por favor. Então, e só então, estarei pronta para te abandonar. E, apesar de tudo, apesar de tudo mesmo. Você sempre será uma parte de mim. Sei que só digo palavras repetidas, mas eu preciso dizer, preciso dizer de novo, de novo, e de novo, para ver se você acredita dessa vez. Pra ver se te amo um pouquinho menos. Eu te amo hoje, te amei ontem e te amarei amanhã. É. É isso. E seja, por favor, seja o que quiser. Não seja, apenas sinta. Não sinta, apenas mostre. Não mostre, apenas ame. E ame, apenas a mim. Até. Ariel S. (doce₪inverno)

doce-inverno:

Aqui estou eu, de novo, ignorando todas as antigas promessas de nunca mais te escrever e tentando arrumar toda essa bagunça que você fez entre nós. Escrever a ti talvez seja um pouco difícil, uma vez que tu nunca tenhas feito diretamente algo a mim. Sei que estas palavras nunca chegarão á ti, sou convicta disso. Eu tenho uma gaveta com incontáveis cartas endereçadas a você, meu anjo, todas escritas desde que te conheci. Após escrever cada uma delas, pensava que não te agradaria tais palavras, então, ás deixava na gaveta. Lembro-me de uma, que passei a madrugada inteira escrevendo, começava assim, “amor, sinto-te em mim, sinto-te a cada passo meu, e a cada lugar que ando, deves não ter conhecimento deste meu sentimento por ti, e se tiver, me perdoe por não demonstrar isto á ti, sinto-me culpada por cada palavra dita, e por cada palavra não-dita também, e me perdoe, amor, não foi minha intenção te amar assim.” Me sentia mal a cada carta terminada, essa é a consequência da covardia, eu era covarde por não ter entregue essas malditas cartas a você. Escrever á ti, virou um certo hábito, escrevo-te toda noite, apesar de que tu nunca irar ler todas estas cartas. Você sabe, falar nunca foi o meu forte, na maioria das vezes, meu silêncio que te diz. Ontem a noite perguntei-me o porquê de escrever-te tais cartas se nunca chegariam á ti, a resposta é que, eu necessito escrever-te, mesmo que nunca leia-as, me sinto melhor, por um momento parece que tira um fardo de mim. Me pergunto, por que o medo nos tranca pra si mesmo? Não nos deixa expressar o que realmente sentimos, o que realmente queremos, o que realmente sonhamos. E eu sou realmente uma idiota por escrever cada palavra aqui. Você sabe, eu sou um meio covarde, um meio insana, por não ter coragem de te enviar cada uma destas cartas. Só agora entendi o porquê disso tudo, eu te escrevo, porque não tenho coragem de te dizer tudo isso, olhando nos teus olhos, porque, sendo assim, todas as vezes que olho em teus olhos, todo o meu vocabulário decorado, some. Desaparece. Eu luto diariamente para não pensar em você, não pensar em nós. Eu, mesmo negando pra mim mesma todos os dias que acordo, te amo, te amo com todas as minhas forças, até com as forças que não possuo, te amo, sem explicações […] Aqui está frio, e cadê você pra me esquentar? Gostaria de ter forças o suficiente pra continuar, sem ti. Eu sei que todas as vezes que te mando ir embora, corro atrás de você te dizendo que eu não quis dizer aquilo, e então te peço para você não ir de verdade. Confesso que todas as noites antes de dormir, tento não pensar em ti, em nós. Eu tô morrendo aos poucos, tô morrendo porque não suporto. Você sabe, odeio metades. Odeio ser meio sua, e odeio que seja meio meu. Você sabe, comigo é oito ou oitenta. Odeio esse nosso silêncio. Se quiser ficar, que fique, comigo. Mas se quiser que seja assim, que vá, que vá embora, e que não volte, por favor. Sei que não é fácil crer em minhas palavras, já que sabes que sou um tanto quanto confusa, e impulsiva. Mas acredite em mim, quando te digo estas palavras, por favor, peço-te que me perdoe, que me perdoe por falar tantas besteiras, e por ter te magoado algum dia desses. Acho que deixei bastante claro que sou forte, que nunca precisei de você, que nunca precisei de ninguém. Acho que todos sabem que eu sou independente e que não perco noites em claro chorando. Você sabe o quanto eu sou fria, e o quanto eu destruo os corações alheios. Não se deixe enganar pelas minhas próprias palavras, pelas minhas próprias mentiras. Mesmo eu sendo muito orgulhosa para admitir, eu preciso sim de você. E isso me dói tanto, que eu até sou capaz de rabiscar esta frase. Sei que não me entende, amor, sou complicada demais pra ti. Lembra, eu sou complicada, você também, somos difíceis de entender. Eu, me sinto uma estúpida por ter acabado com nós, eu estraguei tudo. Como sempre. Não sei, mas acho que quando te olho, algo em mim muda, eu mudo. E é exatamente isso, você tem controle total sobre mim, só de me olhar. Eu sei que você não se importa, eu sei que você não quer ficar escutando os meus lamentos bobos, mas eu não ligo. Não ligo se rir da minha cara, se algum dia ler estas minhas crises existenciais. Eu não ligo se algum dia você me ligar, dizendo que não quer mais falar comigo, que não quer mais me ver, não ligo. Eu vou continuar aqui, te escrevendo, te procurando, e te perdendo, toda as vezes. Todos os dias eu luto pra não lembrar de ti, mas é quase impossível amor, você está presente em todos os lugares, eu te sinto, em qualquer parte, sinto teu cheiro, vejo teu sorriso, e escuto a música que me lembra você, isso é terrível, porque eu não consigo apagar tuas sms do meu celular, e muito menos apagar teu número, apesar de sabê-lo de cor e salteado. Queria ser forte o suficiente pra te deixar ir embora, sem mais nem menos. Me entenda, eu não quero que você vá embora, mas se for, que vá. Você nunca me pertenceu, por completo. Mas, se você quiser tentar ser completamente meu, eu aceito de braços abertos, você sabe que eu sempre vou te aceitar de braços abertos. Eu vou te esperar todos os dias, naquele mesmo lugar, que nós costumávamos ir, aquele parque, lá perto de tua casa, lembra? Eu vou lá, todos os dias, com a esperança de que um desses dias você esteja lá, me esperando, dizendo que voltou pra mim. Mas, quando eu tiver certeza que não virás mesmo, eu não volto mais lá, não mesmo. Por que, amor? Por que tivemos de ser assim? Diferente de ti, eu não desisto fácil, eu vou até o fim, eu não fujo assustada, eu luto. Dói em mim, tanto quanto em você, mas eu não acredito que a solução seja ficarmos distantes. Não sei você, mas a minha cama ainda tem o seu cheiro. Eu sinto seu cheiro no travesseiro vazio ao lado do meu, na verdade, sinto você em todos os lugares. Não, eu não quero ninguém além de ti. Então, fico aqui, escrevendo-te cartas que nunca chegarão á ti. Que você nunca vai ler. Escrevo-te, porque não há outra solução além dessa, escrever-te me faz bem. Me traz um pouco de você, em cada palavra. Sei que eu deveria estar inflando o teu ego pelo dia de hoje, sei que eu deveria dizer que você é incrível, que você é a melhor pessoa que eu conheci e nunca vou deixar de te amar. Mas tu sabes, eu nunca fui de te elogiar, e nunca fui de elogiar ninguém, sabe que odeio elogios, e que adoro uma crítica construtiva. Peço que me entenda, e que entenda, que isso não é uma despedida, ou, um jeito de dizer-te que não quero mais falar com você. É só uma maneira de tentar explicar o que estou sentindo, em relação á ti. Amor, sei que odeia quando te chamo assim, tanto quanto eu, por um momento parece até que não sou eu falando. Anjo, lembra que eu era a tua garota? Mas eu não sou, não mais. Talvez por nossa culpa, eu não sou mais a tua garota, e eu sinto muito por isso. Mas eu finalmente percebi que não adianta lutar contra você, não importa quanto eu tente, você sempre arranja uma forma de entrar aqui dentro de mim outra vez. Toda vez que eu tento, toda vez que repito pra mim mesma “eu vou esquecê-lo”, me vem teu rosto delicado em minha mente, e eu simplesmente esqueço o que estava falando. Me perdoe por ser tão fraca quando se refere a ti. Me perdoe por não conseguir negar o meu amor a ti. Me perdoe por todas as vezes que te mandei ir embora, desejando profundamente que ficasse comigo. Vai embora, por favor, vai anjo, eu não te quero mais aqui, vai e não volta, deixa eu continuar sem ti, deixa eu tentar viver sem você, deixa eu dar pelo menos uns passos sem você. Todas as vezes que te olho, tento desviar-te e ao mesmo tempo, tenho vontade de berrar-gritar á você tudo que está entalado aqui dentro de mim, mas, todas as vezes que te dizia o que sentia, arrependia-me por ter abrido minha boca, já que, tu nunca quis ouvir algo de mim. Vou te confessar algo: Eu me perdi em você. E te perdi, ao mesmo tempo. Nos perdemos. Acho que todo o nosso problema, foi, que nós éramos dois perdidos, sem pé nem cabimento, e tentávamos encontrar um no outro, e, talvez foi por isso, nos encontramos tanto que nos perdemos. Perdemos porque não sabíamos o que tínhamos. Nunca pensei que a tua ausência fosse me ferir mais do que a tua presença. Eu passei tanto tempo escondendo isso de mim, escondendo-me de ti, eu passei tanto tempo tentando entender o motivo de tudo isso está acontecendo, e só agora eu vim entender. E depois disso tudo, apesar de tudo, você continua vivo dentro de mim, eu ainda não consigo acreditar que não nos falamos mais, que não nos vemos mais, que não nos conhecemos mais. Eu ainda não acredito, não acredito e não me conformo. Onde foram parar todas aquelas nossas promessas, sonhos, desejos? Onde foram parar todas aqueles “eu te amo” ditos um para o outro? Onde foi parar aquela ideia de que dizíamos que nunca iríamos nos separar? Nós conseguimos nos separar, amor. Eu prometi pra mim mesma que nunca mais te escreveria, e cá estou eu, prometendo o que prometi nunca mais fazer: te escrevendo. Sei que não é fácil crer em minhas palavras, justo eu, uma pessoa tão impulsiva e insana. Mas acredite em mim quando te digo estas palavras. Meu sentimento por ti é verdadeiro, tenho certeza que é. Olha, sabes que sou orgulhosa ao extremo. Meu orgulho consegue me dominar, assim como o seu. Acho que por isso, por sermos tão iguais, que não demos certos. Temos os mesmos defeitos, amor. Se eu fugir não me deixe ir, por favor. Segure a minha mão e diga que me ama, diga que me odeia, eu não ligo, mas não me deixe ir embora, eu não quero te perder, por mais que eu repita pra mim mesma que quero te esquecer, que não quero te ver mais. Me deixe protegida em teus braços, sussurre baixinho em meu ouvido “pequena”, deixe minhas lágrimas caírem sobre tua camisa, mas me segure forte, tu sabes, eu sou fraca, mas eu quero tá contigo. Quero muito. Mas eu não quero que volte, e ao mesmo tempo, quero. Não quero que me faça sofrer, não de novo. Quero que volte, volte pra ficar, mas se não quiser ficar, tudo bem, que vá, mas que não volte, nunca mais, vai doer, mas eu vou superar, sempre supero, sempre fico bem. Faltam cinco para a meia noite. Antigamente nesse horário, você estava aqui, nesse sofá, ao meu lado, nos meus braços, rindo das minhas piadas e comendo pipoca. Mas você não está aqui, não agora. Não vejo o motivo no qual partistes, sei que sou complicada, e tu desistiu tão fácil assim de mim. Eu não quero me lembrar que você se foi, não quero, não posso, não estou pronta.  […] A cada noite que passa minha dor piora, e eu não suporto mais, desculpa amor, digo e repito: sou fraca. Fraca por não suportar tua ausência. Ah, amor, eu sinto tanta falta, falta de nós. Isso é tão patético que não estou vendo o motivo de escrever isto. Mas eu sei que preciso de você, e peço todos os dias para cruzar contigo na rua. Mas, na verdade, eu não quero cruzar contigo na rua. Nessa agonia masoquista, eu sei que se cruzar contigo na rua só vai piorar as coisas, te ver, vai aumentar meus problemas, vai aumentar minhas preocupações, vai piorar nossa situação. Se é que ainda pode ficar pior. Eu não vou conseguir evitar as lembranças em minha mente, mas vou tentar, de todas as maneiras, e porra, eu quero te esquecer, q-u-e-r-o te esquecer. Vou repetir pra mim mesma todos os dias, “vou esquecê-lo”. Eu não consigo esquecer o “eu e você”, o “você e eu”, o nós. Você se lembra? Daqueles dias felizes que tínhamos a ingenuidade de acharmos que seria pra sempre. Lembra das nossas mãos dadas na varanda de casa, de nós contando as estrelas, de nossos abraços, lembra de nossos passeios pela cidade. Por um momento, foi perfeito, não foi? Eu confesso que achei que seria para sempre, achei seria o seu rosto que eu veria por todas as manhãs da minha vida. Achei que seria a sua mão que a minha procuraria em tardes geladas, ou quentes, ou ensolaradas, ou chuvosas. Eu achava, que era você. E é. Mas amor, cansei de lutar por nós. Quanta bobagem. O meu final feliz se transformou em um eu sozinha, em um eu sem você. E quanto a você? Eu nem sei por onde andas, nem com quem andas, e nem o que fazes. Não me importo, não mais. Sei que não terás mais o brilho no rosto e nem mais o sorriso extravagante, sei que não. Sei que vai sentir minha falta, e falta de como eu te cuidava. Sinto a sua falta todos os dias, todas as noites, todos os minutos, horas e segundos. Mas eu não vou voltar pra trás, não vou regressar. Mas, se quiser vir, que venha, venha pra tua pequena, não precisa ser pra sempre, só volta. Mata essas minhas saudades antes que ela acabe me matando. E, antes que você esqueça: Não deixe a minha frieza derreter o teu calor, não deixe ninguém, nem mesmo eu, tirar esse sorriso dos teus lábios, não pare de abraçar todo mundo e fazer piada de tudo. Porque eu te peço que não mude por mim, eu te amo assim, desse teu jeito, todo errado. E por favor, por favor mesmo, não, amor, não volte, mudei de ideia, não volte, vá, vá, por favor. Então, e só então, estarei pronta para te abandonar. E, apesar de tudo, apesar de tudo mesmo. Você sempre será uma parte de mim. Sei que só digo palavras repetidas, mas eu preciso dizer, preciso dizer de novo, de novo, e de novo, para ver se você acredita dessa vez. Pra ver se te amo um pouquinho menos. Eu te amo hoje, te amei ontem e te amarei amanhã. É. É isso. E seja, por favor, seja o que quiser. Não seja, apenas sinta. Não sinta, apenas mostre. Não mostre, apenas ame. E ame, apenas a mim. Até. Ariel S. (doceinverno)




GENTE QUE NÃO SABE SOBRE: S.O.P.A OU P.I.P.A, mas sabe de tudo o que acontece/aconteceu no BBB! WHY?


home page ask me
I found myself in Wonderland...
Escrevo e nem sei o porquê. E às vezes, nada escrevo ou nada consigo escrever.Como uma fotógrafa, fotografo mentalmente cenas cotidianas para depois falar delas. c੭'
« 6 7 8 9 »
theme
theme by in--compreendida,
com detalhes inspirados
em sorriso-inconstante.